segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Carta ao leitor




Meus Amores e Amoras,

 Deus sabe o quanto vocês são importantes pra mim,
E o quanto eu AMO saber que vocês andam divulgando as besteirinhas que eu escrevo aqui, mas não se esqueçam de que copiar sem dar os devidos créditos é plágio, ok? :)

Infelizmente eu não posso fazer nada a respeito das cópias, não lancei livro e nem tenho fãs, e sabemos que crimes na internet não são muito bem punidos.

O que me consola é saber que podemos enganar a qualquer um, menos a nós mesmos. Você sabe que o texto não é seu. E nada vai mudar isso.

- Ainda não inventaram nada que nos traga mais paz do que consciência limpa.

Com amor,
Fernanda Roldi.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Atemporal





Que esperar tempestade passar o quê,
eu vou é tomar banho de chuva!


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

De concreto e sorriso



Sim, as tempestades vinham.

Mas ela era feita de concreto e sorriso,
e por este motivo, não se deixava abalar.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Segredo de mulher, parte II




Sim, nós amamos receber flores.

Mas ainda assim preferimos que eles
nos façam sentir floridas por dentro.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Segredo de mulher, parte I





Faz parte do “ser mulher” dizer ao homem que não
precisa ligar, e mesmo assim esperar que ele ligue.


- Afinal, nós amamos uma surpresinha friamente calculada, não é mesmo? ;)


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Divagações (XV)





Tudo cheira a despedida e tem gosto de separação.

De que importam as palavras, se sempre fica
essa impressão de coração partido sem querer?


domingo, 13 de novembro de 2011

Divagações (XIV)



Nheeeeeiiiimmm... BLAM!


Mais uma vez, a porta se fecha.
- Por quanto tempo, desta vez?
Ninguém sabe.

sábado, 12 de novembro de 2011

No caminho




Por que era feliz, sorria.
Só ria.
Só, ria.
E prosseguia.


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Sobre o amor, parte IV





Nem sempre vai ser correspondido,
E nem por isso será menos bonito.
Nem sempre será recíproco,
E nem por isso deixará de ser amor.

Pois amor que é amor, se basta.

domingo, 6 de novembro de 2011

Ao sair, apague a luz.




Não há como uma porta se fechar com força e não tremer as paredes.
Mas aqui dentro é seguro, sabe? Dentro de casa é seguro.
A porta trancada, cortinas nas janelas.
Preciso acender as luzes; se bem que... Não preciso ter medo do que não vejo.
Escuro. Sim. Escuro é bom.
Eu, a cama, o sonho. Nos sonhos a gente pode ser feliz e não precisa contar a ninguém.
Ninguém.
Nada.
Sim, está bom. Assim está bom.